A presidente da Associação Comunitária União e Progresso (ACUPE), Conselheira Estadual das Cidade, do Movimento Sem Teto e Coletivo de Mulheres Solange Guerra participou do quadro Caldeirão do Paulão desta quinta-feira (02). Acompanhe abaixo o resumo:
Tira:
Marialvo Barreto (candidato a deputado estadual): Mesmo antes de ser vereador a gente já conhecia o trabalho dele, e a gente defende que o vereador Marialvo não merece ficar dentro do Caldeirão.
Não Tira:
Eremita Mota (vereadora): Eu não tirei porque eu acho que ela deve amadurecer mais politicamente dentro do Caldeirão. A gente não acha justo que as pessoas acreditem numa forma de fazer política desta maneira.
Batista (Pagador de Promessas): Acho que tem outros motivos na vida, a gente precisa de outros horizontes, acho que essa não é a melhor fora de se caçar por essa terra e deixar a sua marca
Drogas (maconha, crack, cocaína): Elas vieram diretamente do inferno para causar só a morte, e não concordo com pessoas que sejam a favor delas.
Hamilton Ramos (presidente do Sindicato dos Servidores Públicos): A gente tem que saber o verdadeiro papel do sindicato. O sindicato precisa representar a sua categoria e não se ajoelhar aos patrões ou então se faria o sindicato dos patrões.
Goleiro Bruno: Se Bruno cometeu esse erro acho que ele vai para outro caldeirão, o caldeirão dos infernos.
Conselho Tutelar: Acho que o conselho tutelar deve caminhar com mais conselhos, precisa ter estrutura de trabalho para poder cumprir e garantir os direitos das pessoas.
Gilberto Arruda (ex-governador de Brasília): Hoje em dia galhinho de arruda atrás da orelha não é bem vindo, temos que ver quem são os políticos.
Clailton Mascarenhas (ex-prefeito de Feira de Santana): O bom velhinho engordou bastante quando era prefeito. Houve vários desvios de verbas que ainda precisa ser apurado e quem deve tem que pagar!
Carlos Lucena (procurador do município): A gente tem que colocar um prenome, perpétuo Lucena, porque ele não dar vez para mais ninguém, além disso a Procuradoria parece mais “empuradoria”, tem tanta coisa pendente lá dentro. Para se responder pela Procuradoria precisa ser alguém com mais vigor.
Tom (vereador): Não concordo com a prática que ele foi eleito, não posso falar mais a gente sabe como funciona... Agora sobre as verbas de subvenções vou ficar de olho nas obras que vão acontecer na Rua Nova durante esse tempo.
Euclides Arthur (secretário municipal de cultura): O secretário só tem tamanho! Não vimos ações na outra secretaria que assumiu (Secretaria de Desenvolvimento Econômico) e a cidade precisa se desenvolver economicamente antes de qualquer coisa.
Câmara Municipal de Feira de Santana: Esta é a pior legislatura, a que tem uma ressonância popular mais negativa, como arrependimento de votos; mas é a Câmara que a gente elegeu e temos que aceitar.
Roberto Tourinho (vereador): Acho que Tourinho deve ajudar mais Lucena a liberar os processos na Procuradoria, como o plano diretor de educação. Acho que Tourinho deve desenvolver o trabalho dele porque ele é subprocurador do município.
Casamento entre homossexuais: Se criou o homem e a mulher com o encaixe perfeito, significa que não precisamos mudar as coisas.
Secretaria de Prevenção a Violência (Seprev): A Secretaria ainda esta muito desestruturada, precisa de mais ação e estrutura para mostrar para que veio.
Secretaria de Segurança Pública da Bahia: A forma que a polícia age não é a melhor, precisa ter uma pessoa com articulação para se articular com a população da Bahia.
João Borges (empresário): É a visão de um louco! Anda com um discurso único que a gente sabe que não da certo, e não vejo porque tirar ele do Caldeirão.
Taxista José Anilson: É uma pessoa neutra não vejo muitas ações.
Toque de acolher: As discussões sobre o projeto só serviram para uma coisa: para se refletir sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas se o município se estruturar não precisa de toque de acolher, pois o ECA já prever isso.
Cintia Machado (vereadora): Não acho que o mandato dela seja um mandato de ações concretas, não são coisas de se aplaudir, e a forma que foi eleita todo mundo sabe, é assim um cacete na mão e o dinheiro em outra.
Mão Santa: Pedaço de carne andando não me amedronta, e marca no rosto de pessoas não são a maneira certa de agir. Proibir pessoas que defendem bandeiras também não! A mão que bateu em Germano não é uma mão santa.